Pular para o conteúdo principal

Postagens

Destaques

Teu ombro

Eu quis te amar como ensinam os gurus indianos, sem apego, sem sofrimento embutido no pacote do "bem querer". Quis te amar com a força dos terremotos e ventanias, mas sem macular sequer um fio de cabelo seu. Quis desejar você como se idolatram os deuses, com reverência e ardor, mas sem o fanatismo que cega e transforma fé em loucura. Quis tê-lo em meus pensamentos sem que a mente transformasse doce lembrança em saudade doída. Quis ser tua, só tua, e me perder em você sem esquecer de quem eu sou. Almejei simplesmente que o mundo acabasse quando minha cabeça repousasse no teu ombro, porque ele é tudo o que eu preciso agora.

Últimas postagens

Quando me vi nua diante de você

Um abismo

Simplesmente acontece

Vômitos!

Quando eu comecei...

A era da desconstrução: casamento gay e as faces do amor

Talvez

Temos todo o tempo do mundo?

Um novo olhar

Laririnto